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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Muita estrela, pra pouca constelação



Hoje em dia é comum ver bandas, artistas nem tão talentosos assim, pelos quais fãs histéricas se descabelam, compram cds, dvs, roupas, cadernos e tudo mais que a indústria puder inventar com aquele nome de poder. Isso ocorre devido à esperteza de produtores que veem no artista, ou em quem tenta sê-lo, um estilo que possa vender bem. Esse é o intuito principal de algumas gravadoras, vender bem e qualquer coisa, e não mais produzir um artista que realmente tenha talento, que saiba fazer música de verdade. Desta forma, a indústria ganha muito com esses "projetos de artistas", e cada vez mais, atraem pessoas que juram que seu ídolo é o melhor de todos os tempos.
Esses artistas tem um número enorme de público, recorde de seguidores em redes socias, em vendas de ingressos, cds, dvds, enfim, é fato que são sucesso. Perdeu-se o sentido de amor à musica e nasceu o de ser apenas sucesso, ganhar dinheiro.
A questão aqui é que, mesmo sem qualquer aptidão musical, a indústria da música dá sim chance à alguns "projetos de artistas", mas somente àqueles que possam servir como um produto, para que o grande público aceite comprá-los. Será que com essa enxurrada de fantoches musicais, nem tão musicais assim, não está na hora de sermos mais críticos, reflexivos e comprar, comprar sim, pois tudo que está aí é para ser vendido, artistas que realmente se empenhem em fazer música de qualidade?

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