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sábado, 27 de agosto de 2011

Música na obra "A Última Ceia", de Leonardo da Vinci


Faço faculdade de Jornalismo e na última quinta-feira assistimos a um documentário da "BBC" sobre a vida de Leonardo Da Vinci. Que ele foi um grande gênio eu já sabia, mas não tinha noção de quão espetacular ( nem consigo me expressar ) ele foi. Pena que algumas de suas descobertas não foram encontradas a tempo de contribuir para a humanidade, o que não tira seu mérito, na minha opinião. Enfim, estava  pesquisando um pouco mais sobre ele e encontrei um blog que falava de um livro de autoria de Giovanni Maria Pala, chamado "A Música Oculta". Neste livro, Giovanni, que é músico e técnico de computadores, afirma ter encontrado notas musicais codificadas na obra "A Última Ceia", de Leonardo Da Vinci. O autor explica como interpretou os elementos da pintura que tem um valor simbólico na teologia cristã. Primeiramente, se deu conta de que desenhando um pentagrama na pintura, tanto as fogaças de pão na mesa como as mãos de Jesus e dos apóstolos, poderiam representar notas musicais. Depois conta como encontrou várias pistas sobre o ritmo lento da composição e a duração de cada nota. O resultado, diz Pala, é um "Hino à Deus" de 40 segundos, que soaria melhor em um órgão, o instrumento mais comum para a música religiosa na época de Leonardo.
Como eu já sabia e como vimos no documentário, Da Vinci era músico e dizem que ele tocava para distrair seus modelos para que pudesse pintá-los. O gênio tocava músicas compostas por ele e em instrumentos inventados também por ele mesmo, como um órgão à água e uma lira. Desta forma, é possível sim que seja verdade que no afresco "A Última Ceia" contenha notas musicais codificadas. Mesmo porque, Leonardo era muito inteligente e peculiar, escrevia de trás para frente, fazia erros propositais em seus desenhos de maquinarias de guerra para que ninguém os roubassem e desviassem seu uso.
Aqui está a música encontrada na obra "A Última Ceia", de Leonardo Da Vinci:


Pesquisando um pouco mais na internet, encontrei um vídeo de uma exposição que ocorreu na capital do Peru, Lima. A exposição "Leonardo da Vinci y la música" mostrou instrumentos musicais criados pelo gênio. Aí está o vídeo:

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Muita estrela, pra pouca constelação



Hoje em dia é comum ver bandas, artistas nem tão talentosos assim, pelos quais fãs histéricas se descabelam, compram cds, dvs, roupas, cadernos e tudo mais que a indústria puder inventar com aquele nome de poder. Isso ocorre devido à esperteza de produtores que veem no artista, ou em quem tenta sê-lo, um estilo que possa vender bem. Esse é o intuito principal de algumas gravadoras, vender bem e qualquer coisa, e não mais produzir um artista que realmente tenha talento, que saiba fazer música de verdade. Desta forma, a indústria ganha muito com esses "projetos de artistas", e cada vez mais, atraem pessoas que juram que seu ídolo é o melhor de todos os tempos.
Esses artistas tem um número enorme de público, recorde de seguidores em redes socias, em vendas de ingressos, cds, dvds, enfim, é fato que são sucesso. Perdeu-se o sentido de amor à musica e nasceu o de ser apenas sucesso, ganhar dinheiro.
A questão aqui é que, mesmo sem qualquer aptidão musical, a indústria da música dá sim chance à alguns "projetos de artistas", mas somente àqueles que possam servir como um produto, para que o grande público aceite comprá-los. Será que com essa enxurrada de fantoches musicais, nem tão musicais assim, não está na hora de sermos mais críticos, reflexivos e comprar, comprar sim, pois tudo que está aí é para ser vendido, artistas que realmente se empenhem em fazer música de qualidade?